| EPTC avalia linha hidroviária entre Centro e Zona Sul |
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| Ter, 20 de Dezembro de 2011 12:46 | |||
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Capellari comunicou que até março existe a possibilidade da colocação de mais algumas linhas experimentais na travessia. Quanto à concessão definitiva, o diretor comunicou que a ideia é a de que até o final de 2012 o edital esteja pronto. “Este é o nosso grande objetivo”. No entanto, falou que a tarifa precisa ser viável. “Para que desperte interesse na população”, considerou Capellari. O diretor explanou ainda sobre a linha já em atividade que liga Porto Alegre a Guaíba. “Moradias e empregos estão sendo planejados e implantados na orla, gerando uma situação nova para o planejamento urbano da cidade”. O diretor do Grupo Ouro e Prata, Carlos Augusto Bernaund, que explora a travessia entre Porto Alegre e Guaíba, informou que até o momento 110 mil pessoas já utilizaram a nova alternativa. “Estamos no 54º dia e temos os dados que demonstram que 500 carros dia deixam de circular na BR 116 entre Porto Alegre e Guaíba.” Na opinião de Bernaund, o paradigma foi quebrado. “Temos uma perspectiva muito grande em relação aos próximos passos”, disse ele. O diretor salientou, no entanto, que é preciso atentar para alguns detalhes caso seja implantada uma nova linha. “Este modal não é que nem ônibus que se compra no mercado, custa caro e o investimento é maior”. Ele comunicou que para implantação dos dois equipamento atuais foram investidos em torno de R$ 7 milhões. Para o vereador Beto Moesch (PP), felizmente alguns preconceitos foram quebrados ao longo dos anos em relação a este tema. “Quando, em 1995, falei sobre hidrovia e ciclovia, fui motivo de risos nas reuniões do Orçamento Participativo (OP)”. Ele considera que é preciso acelerar a possibilidade de implantação de novas linhas. “Não é alargando avenidas que vamos solucionar o problema da mobilidade urbana em Porto Alegre”. O vereador Carlos Todeschini (PT) também comemorou o avanço da discussão. “Assim como a ciclovia, essa discussão passou a ser incorporada nos debates”. Defendeu a necessidade de uma tarifa viável. “Para ser de fato um transporte de massa” ressaltou o vereador. Dr. Raul Torelly (PMDB) pediu que a situação das ilhas fosse levada em conta nas próximas discussões. “Acredito que não seja caro a implantação de uma linha até as ilhas. Acho que o resultado pode ser interessante”, considerou o parlamentar. Para Aldacir Oliboni (PT), a abertura da possibilidade de novas linhas é importante para a cidade. “Que bom que depois de muitos anos as coisas andaram e hoje temos a possibilidade de ampliar essa modalidade de transporte”. Dr. Thiago Duarte (PDT), presidente da Cosmam, ao abrir a reunião, fez um relato de todos os encontros onde foi debatida a possibilidade de implantação deste serviço hidroviário. “Hoje já podemos comemorar este resultado, pois tenho certeza que contribuímos muito nesta discussão”, disse ele, agradecendo a todos os envolvidos. Regina Andrade (reg. prof. 8423)
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